sexta-feira, 12 de março de 2010

Até onde vai o seu amor?

Até quando podemos escolher andar pelo amor?
Eu arricso tudo e muitas vezes não ganho nada
Eu me dedico tanto, tanto que não tenho tido tempo de me reparar
Olha! a minha cara vazia. Que diabos estou fazendo do meu coração?
Estou levando circulos que me prendem a esta imagem
Já não aguento mais, esperar mais de cada dia
O dia deve ser calmo, sem as minhas loucas aspirações
E o tempo deve ser indiferente as minhas ilusões nada maduras
Porque vivo insistindo em requentar as tristeza e diminiur alegrias?
Muitas vezes de ignorância minha, resumo tudo a tí
E deixo-te com controle, do meu humor, do meu jeito de ser, Oh como as vezes sou idiota
Como posso deixar a vida de lembranças de infância e outras tantas que me formaram e me deram grande contentamento se acabar em uma noite, só porque você não sorriu pra mim
Eita resumo besta de vida, eita pobre sintese de felicidade.
HA as nobres e complicadas vias do coração, esse já manso caso de comodidade, essa historia que finca sonhos na realidade e constroí essas falas bobas.
Esse pensamento critico demais talves as falacias de amor, deveras importante a essência humana, que velam a habilidade de se sentir em euforia por instantes.
E no fim a quem de nós cabe a razão de tomar posicionamento as ações muitas vezes inaceitáveis?
Até onde vai o seu amor?

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