E vejo as luzes da cidade
E tudo o que já aconteceu
E a vida assim, parece tão pequena.
Vou indo, estou olhando devagar
Pois eu ainda não sei o que entortou a estrada.
Estão livre as mercearias
pra venderem seus sonhos idiotas
Os barcos de alegria passam só de vez em vez
As portas fechadas são todas de alvenaria
Já que na incerteza, não há do que duvidar
A vida toda , hora, dia e mês.
Somos todos apenas vozes
No cantar unissínuo do desenvolvimento
Na canção da despedida
Vai falar mais alto o sentimento.
Oh meu amigo! minhas mãos não cheguam até você
É o cômico que se tornou trágico
Num ato, mágico de ser.
Há de se ver a outra estrada
Há de ter uma nova canção
Da história, do riso,bem guardadas
Pro mundo novo, de amor e razão.
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