quinta-feira, 1 de abril de 2010

Flores sem Razão

Das coisas sem razão, as destemidas, são as brasas de amor.
O afago, o riso, a inquietação, a calma que vem da dor
Quem não conhece as vontades incontroláveis?
As insuportaveis, as que tem valor.
São incansáveis as portas abertas
São infinitas as coisas sem metas
São tudo, é a esperança
A inconstância nas coisas sem porque.
O disfarce das dores e as coisas sem saber
Um momento, um silencio, tudo por você
E as coisas que ficam assim, sem dar explicação
E esperar entender, essas flores sem razão.



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